quarta-feira, 13 de março de 2019

Diretório do PSL em Petrópolis foi dissolvido

Na manhã de hoje, recebi mensagem do deputado federal do PSL, Daniel Silveira, informou que o diretório municipal do partido na cidade foi dissolvido e que ele passou a ter plenos poderes na executiva municipal.

O deputado me informou que a decisão foi tomada durante uma conversa com o senador Flávio Bolsonaro que orientou a tomar esta decisão, dando-lhe plenos poderes para organizar o partido na cidade.

Do diretório anterior, apenas Octávio Sampaio, que era o presidente foi mantido e vai ajudar o deputado a reconstruir a direção municipal do PSL.

Vice-presidente do PSL faz críticas ao presidente do PSC

Tudo indica que a relação entre o presidente do PSC Petrópolis com integrantes do PSL não é das melhores. Ontem, circulou nas redes sociais uma manifestação que mostrou como está a relação. Veja o texto na íntegra :

PSL PETRÓPOLIS
NOTA DE ESCLARECIMENTO

Tendo em vista fatos recentes noticiados pela imprensa petropolitana, o PSL PETRÓPOLIS vem a público esclarecer os seguintes fatos:

1- Não é verdade que o senhor Bernardo Santoro conte com a “simpatia” do PSL PETRÓPOLIS. Pelo contrário, por sua conduta politiqueira que somente visa objetivos pessoais, é considerado PERSONA NON GRATA ENTRE TODOS OS NOSSOS INTEGRANTES;

2- Não existe grupo ESPECÍFICO do deputado federal Daniel Silveira no PSL PETRÓPOLIS. Pelo contrário, todos integrantes e simpatizantes do PSL PETRÓPOLIS formam um grupo de pessoas ÚNICO E COESO, voltado para um objetivo comum, que é continuar a propagar os ideais de moralização capitaneados pelo nosso presidente Jair Bolsonaro, o qual o nosso deputado é MEMBRO ATUANTE E IMPRESCINDÍVEL;

3- NÃO É TAMBÉM VERDADE, BEM COMO, NÃO EXISTE A MENOR POSSIBILIDADE,  DE QUE O PSL PETRÓPOLIS VÁ INDICAR UM CANDIDATO A VICE-PREFEITO DOS SEUS QUADROS PARA COMPOR UMA COLIGAÇÃO COM O PSC do senhor Bernardo Santoro, que se encontra em franca campanha eleitoral antecipada. O PSL PETRÓPOLIS VAI TER CANDIDATO PRÓPRIO PARA AS ELEIÇÕES DE 2020, ESCOLHIDO PELO DIRETÓRIO MUNICIPAL E COM DIVULGAÇÃO NO TEMPO DEVIDO. Este boato vem sendo disseminado de forma cretina por alguns aspirantes a cargos públicos simpatizantes à candidatura antecipada, com o claro intuito de confundir o eleitorado petropolitano e tumultuar o ambiente político já conturbado de nossa cidade;

4- O comportamento predatório e irresponsável do senhor Bernardo Santoro visa única e exclusivamente o atingimento de seus anseios políticos pessoais, manipulando claramente fatos para que possam se amoldar aos seus interesses, destoando totalmente no que o PSL PETRÓPOLIS PREGA E ATUA. NÓS DO PSL PETRÓPOLIS NÃO TEMOS UM PROJETO DE PODER POLÍTICO-PARTIDÁRIO. TEMOS UM IDEAL DE RESGATE MORAL, SOCIAL E POLÍTICO PARA A NOSSA CIDADE;

5- Para evitar ilações politiqueiras e maldosas por parte do senhor Bernardo Santoro, afirmo que nunca me coloquei candidato a nada, bem como NUNCA pleiteei cargo algum, pelo contrário. O senhor Bernardo Santoro tentou de forma mesquinha manipular o processo de construção de uma coligação PSL/PSC, indicando meu nome como CANDIDATO PERFEITO para a chapa majoritária para 2020, colocando seu nome para vice-prefeito. Essa manobra visava a desestimular o pensamento de 2 integrantes do PSL PETRÓPOLIS que tinham a intenção de disputar as próximas eleições. Obtendo êxito em ambos os casos, inclusive conquistando o apoio de ambos para a suposta coligação, o senhor Bernardo Santoro muda o cenário, alegando que o governador Witzel queria que o mesmo disputasse a vereança na cidade do Rio de Janeiro. E para surpresa de todos os envolvidos, na semana seguinte apareceu com nova versão, alegando agora que o governador Witzel queria que o mesmo disputasse a prefeitura de Petrópolis, ficando finalmente claro a intentona de manipular pessoas e situações em proveito próprio. E o pior, recebi ameaças nem tão veladas de que o referido articulador trabalharia na minha EXPULSÃO BRANCA DO PSL!!!;

6- A exemplo de 2016, quando o PSC APOIOU O ATUAL PREFEITO BERNARDO ROSSI, as articulações políticas do senhor Bernardo Santoro foram desastrosas e levaram ao poder políticos da pior estirpe, inclusive afastados dos respectivos mandatos por decisão judicial. NÓS DO PSL PETRÓPOLIS VAMOS IMPEDIR QUE TAIS ARTICULAÇÕES VOLTEM A SE REPETIR, NO QUE DIZ RESPEITO À NOSSA PARTICIPAÇÃO;

7- Finalmente, como forma de demonstração de isenção e independência de objetivos, coloquei meu cargo de vice-presidente do PSL PETRÓPOLIS à disposição do senhor Octavio Sampaio, para que não reste dúvidas quanto a possíveis pleitos a futuros cargos e/ou funções. E assim, fico ansiosamente no aguardo do DESMENTIDO PÚBLICO DE TUDO O QUE CONSTA NESTE COMUNICADO por parte do senhor Bernardo Santoro.

Atenciosamente,
Arnaldo VIEIRA NETO
VICE-PRESIDENTE PSL PETRÓPOLIS

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019

Partido Novo enfrenta problemas pós eleição

De acordo com uma fonte, o partido Novo no Estado do Rio está rachado e o motivo seria a entrada de militantes da esquerda que agora se dizem da direita.

O partido Novo está sofrendo um problema que outras siglas já passaram e estão passando, com militantes políticos, sem nenhuma afinidade partidária, afinidade apenas com o poder (governo) buscam espaço político de olho num futuro próximo ou distante.

Este racha e a entrada de militantes da esquerda trouxe a tona outra questão: o partido surgiu para apresentar algo de fato novo em busca de mudança política, ou para atender o ego político de João Amoêdo, financiador e idealizador do partido Novo.

Na eleição para presidente, Amoêdo ficou em quinto lugar com 2.679.745 votos e no Estado do Rio em sexto com 139.208 mil votos.

Agora é esperar para ver se os deputados e o governador de Minas Gerais eleitos vão de fato apresentar o novo ou será um novo/velho.

Câmara dividida pode prejudicar aprovação de projetos

Nos últimos dias tem ficado evidente que o presidente da Câmara, vereador Roni Medeiros (PTB), mesmo com todo seu esforço, não consegue unir os vereadores e nem ser uma voz de consenso entre seus pares.

Os motivos são muitos e não falta reclamação de assessores e vereadores. A última foi uma decisão tomada em nome da Mesa Diretora e depois retirada, ordenando o Departamento Jurídico da Câmara para entrar com um agravo de instrumento, que segundo informações iria contra a decisão que determinou a posse dos suplentes.

Esta decisão acirrou os ânimos entre os vereadores e na semana passada, o vereador Jamil Sabrá (PDT) usou a tribuna para cobrar uma explicação, pois segundo ele, vários membros da Mesa Diretora não tinham conhecimento da decisão. Os suplentes que assumiram o cargo de vereador também se manifestaram e cobram uma explicação do presidente.

Este fato mostrou que há uma divisão na Câmara, o que pode inclusive prejudicar a aprovação de projetos importantes para o Governo Bernardo Rossi.

Segundo informações, os vereadores que assumiram o cargo no lugar dos vereadores afastados por decisão judicial querem mais espaço na Câmara.

Esta novela ainda terá muitos capítulos interessantes é só ficar de olho.

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2019

O juiz, a caneta e o governo


Recentemente nas redes sociais li críticas ao ministro da Justiça, o ex-juiz Sergio Moro, ao governador do Rio de Janeiro, o ex-juiz Wilson Witzel e ao governo do presidente da República Federativa do Brasil, o capitão e ex-deputado federal Jair Bolsonaro.

As criticas que li partiam de aliados e simpatizantes deles que se mostravam decepcionados com suas atitudes nestes apenas dois meses de governo. A principal crítica é a falta de atitude e empenho para dar solução a questões que, segundo estas pessoas, bastaria uma canetada dos três sem conversa com políticos.

Ao ministro Sérgio Moro foram criticas por ter separado do pacote anticrime a questão do caixa dois. Tema que envolve muitos políticos. Ao governador por suas declarações, como se fosse ele o salvador de todos os problemas do Estado do Rio e ao presidente, ao modo como utiliza as redes sociais e a interferência de seus filhos no processo político.

A verdade é que, nas conversas que tive com muitos amigos ao longo da campanha eleitoral de 2018, sempre afirmei e muitos podem comprovar (se assim quiserem) que uma coisa é o deputado Jair Bolsonaro e outra seria o presidente Jair Bolsonaro.

Sempre afirmei que ele tinha o direito, como deputado de falar o que queria e se posicionar da maneira como achasse melhor. Porém, quando chegasse ao cargo de presidente teria as imposições do cargo, as regras estabelecidas e a Constituição. Além de garantir a governabilidade e para isto precisa dialogar com os políticos. Principalmente com aqueles que é possível manter um diálogo.

Além disto, tem um trabalho árduo pela frente em separar a relação política de seus filhos com as ações políticas e determinantes de seu governo. O que, na prática, não é muito fácil e não será para ele e nem para qualquer um que esteja nesta posição. Mas, em um determinado momento terá que fazer para evitar o que ocorreu no caso do ex-ministro Gustavo Bebiano.

Já com relação aos dois juízes em cargos diferentes, “a regra é clara” (como diria o juiz e comentarista de futebol, Arnaldo Cezar Coelho), quando juiz a última palavra, ou melhor, a última canetada era deles e quem não concordasse entrava com agravos de instrumento nas instâncias superiores. Mas, como ministro e como governador, apesar terem o poder de determinar, não são a última canetada.

Muito pelo contrário. O juiz agora ministro deve ouvir e consultar o presidente, principalmente quando suas determinações podem ou vão interferir no campo político e até social. Caso contrário pode contrariar a vontade política do presidente e de seu governo e com isso inviabilizar a governabilidade. Neste campo é preciso mais do que ter uma boa caneta é preciso saber dialogar, entretanto, sem perder seus princípios e metas a serem alcançadas. Porém, é importante lembrar que os meios não justificam o fim. E neste campo é que entra manter-se firme aos princípios e a legalidade.

O mesmo ocorre com o juiz, agora governador. Apesar da sua boa vontade e determinação, ele depende de seus secretários, que na verdade são os executores de sua política de governo. Ele também, assim como Bolsonaro e Moro terá que ter habilidade para garantir a governabilidade e para isto deverá dialogar com todas as forças políticas da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), até porque não tem a maioria e nem elegeu o presidente da Assembleia.

Os três e muito mais o ministro e o governo estão sendo observados e acompanhados por muitos órgãos e entidades, além de políticos e a sociedade civil organizada e também por todos aqueles que confiaram neles. Por isso, assim como eles, é importante que o povo, aqueles que votaram e são simpáticos, devem ter a compreensão que, ao longo desta caminhada, haverá, mesmo que seja aparentemente, muita contradição entre aquilo que pregavam e aquilo que de fato e de direito podem realizar.

O importante neste processo, aqueles que os apoiam acreditar, confiar e fiscalizar. Aqueles foram e são oposição manterem-se vigilantes e fiscalizando, porém com bom senso, dentro da legalidade e respeito democrático.

sábado, 16 de fevereiro de 2019

Roni Medeiros tem encontro com o governador Wilson Witzel

O presidente da Câmara Municipal Vereador Roni Medeiros (PTB) e o vereador Marcelo Lessa (Solidariedade) tiveram um encontro rápido com o governador Wilson Witzel,  antes da reunião com todos os secretários.
A reunião acontece no Palácio Quitandinha, na manhã do dia 16 de fevereiro.
Roni disse que foi um encontro informal e que voltará a se encontrar com governador para levar as demandas da cidade.  O encontro ainda não tem data para acontecer, mas será no Palácio Laranjeiras.
O vereador Marcelo Lessa encontrou o governador na sexta feira, no Sicomercio quando pediu atenção para os valores de ICMS cobrado no Estado com relação aos demais estados.

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2019

A oposição de Lessa ao governo Rossi

O vereador Marcelo Lessa do Solidariedade parece que quer marcar sua passagem pela Câmara Municipal como sendo um parlamentar de oposição ao Governo do Prefeito Bernardo Rossi.

Nas suas falas vem cobrando mais trabalho do prefeito e dos seus secretários. Ao falar sobre a questão do ISS, o vereador não poupou criticas a secretária municipal de Fazenda, lembrando que ela não é de Petrópolis e por isso não tem nenhum compromisso com a cidade.

Se ele mantiver esta postura, daqui a pouco teremos a certeza de que está no partido errado e que deveria ser do PSB, pois parte de seu discurso se assemelha muito as criticas feitas por agentes do ex-governo Rubens Bomtempo.

É importante destacar que o vereador Marcelo Lessa esta fazendo seu papel e com isso vem chamando atenção daqueles que estão descontentes com o Governo Rossi e não são poucos.

Há descontentes inclusive na bancada governista na Câmara Municipal e até dentro do governo, acreditem se quiser.